Pesquisar este blog

Carregando...

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

DOIS HOMENS VESTIDOS COMO OS DAFT PUNK INFILTRARAM-SE NOS BRIT AWARDS E ENGANARAM FÃS E PAPARAZZI


Dois indivíduos vestidos como os Daft Punk conseguiram infiltrar-se nos Brit Awards, cuja cerimónia decorreu na passada quarta-feira à noite, na O2 Arena.



A dupla quase conseguiu levar a partida até ao fim, tendo sido desmascarada apenas porque decidiu, em plena passadeira vermelha, tirar as suas calças, deixando à mostra a sua roupa interior, de cor verde.
A brincadeira enganou, porém, os paparazzi, que não hesitaram em disparar fotografias na direção da dupla, que se apresentou em Londres com dois capacetes idênticos aos habitualmente usados pelos Daft Punk, e os fãs do projeto, que se mostraram bastante excitados com a suposta presença dos autores de Get Lucky no evento.
Uma vez descoberta a identidade da dupla, a mesma foi expulsa do certame, cujos principais vencedores foram os Arctic Monkeys.
Os verdadeiros Daft Punk, galardoados com o prémio para Melhor Grupo Internacional, não marcaram presença na cerimónia, fazendo-se representar por Nile Rodgers, que colaborou em “Random Access Memories”, que subiu ao palco para receber o troféu na sua vez.
Assiste ao vídeo da partida, aqui.


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

DJ Zegon fala sobre passado, presente, Tropkillaz e futuro

Zegon conta seus planos para o Tropkillaz e N.A.S.A
Zegon conta seus planos para o Tropkillaz e N.A.S.A (Créditos: Reprodução)
Você já deve conhecer o Zegon de outros carnavais. Membro da mais clássica formação do Planet Hemp, 50% do N.A.S.A e atualmente representando outros 50% de outro projeto avassalador, o Tropkillaz, é fácil vê-lo tocando nas melhores festas de São Paulo, botando pistas para cima sem dó, nem piedade, mas com um bom gosto bem peculiar comparado com seus longos anos na estrada.

+ 4e20 lança "They Don't Care About Machuka", mashup entre Michael Jackson e Lil Jon
+ Malandro lança "Girassol", edit de sucesso de Alceu Valença
+ N.A.S.A. e Karen O estão juntos em regravação jovem de "I Shot The Sheriff"


Zé Gonzales bateu um papo com o ObaOba, onde conta um pouco do passado, do presente e do futuro, além de mandar um recado para quem for ver a primeira apresentação do Tropkillaz em São Paulo neste ano, no aniversário de um ano da Festa A$$, que vai rolar neste sábado, 1 de fevereiro, no Clash Club.
Confira:
ObaOba: Você faz parte de quantos projetos atualmente?

Zegon: Atualmente do Tropkillaz e do N.A.S.A., além da minha carreira solo que acaba sendo um outro projeto também.

O: Sua principal atuação é como DJ ou você tem tracks solo?

Z: Tenho tracks solo, meus edits. Meu set é completamente customizado com remixes que faço. Trabalho também com trilhas pra filme e propaganda.

O: Sobre o N.A.S.A. e Tropkillaz, você está bem rankeado com eles no top 10 do iTunes americano. Quanto gratificante é emplacar um “dois em um” em um dos tops mais concorridos do planeta?

Z: Chegamos em 1º lugar no iTunes US com o remix que fizemos para “Ride” do N.A.S.A., que estava meio adormecido e pegou "carona" com o Tropkillaz. A track também ficou em sétimo no top 10 inglês. Pra mim, melhor impossível, uma bela cesta de três pontos.



O
: O N.A.S.A lançou recentemente um cover de “I Shot The Sheriff”  com a Karen O, do Yeah Yeah Yeahs, que também participou do disco The Spirit Of Apollo (2009). Tem chances de vir um disco novo por aí?

Z: O Sam, meu parceiro do N.A.S.A., estava se dedicando ao projeto solo dele, o Maximum Hedrum, e eu comecei o Tropkillaz sem pretensão nenhuma, por hobby. O lance dele não andou muito pra frente, e o meu estourou. Nesse meio tempo, Sam e eu quisemos retomar e já temos umas sete faixas prontas, mas para sair um disco faltam pelo menos mais umaS seis, o que leva um ano. Mas com certeza virão umas colaborações do N.A.S.A x Tropkillaz.

O: Existe a chance de resgatar alguma track do N.A.S.A. para algum remix?

Z: A gente fez alguns remixes que não lançamos oficialmente. Fizemos pra nossos sets de DJ e distribuímos nas internas entre os DJs.

O: Antes do N.A.S.A. e Tropkillaz, você fez parte do Planet Hemp. Existe alguma chance de voltar ou já faz tempo o suficiente e você está total em outra?

Z: Sou amigo dos caras, toquei em alguns shows, mas não tenho a menor vontade de voltar pra uma tour ou qualquer coisa parecida. Mas participar de algum show, com certeza. 

O: Ter banda é um puta trampo, né?

Z: Dá trabalho, mas sempre alguém carrega a banda nas costas. No Planet teve fases, às vezes só eu e o D2 trabalhávamos, os outros ficavam esperando o final de semana pra tocar e as músicas surgirem prontas.

O: E Isso esgota, né?

Z: Total, fora uma equipe gigantesca pegando voo de manhã cedo, depois de tocar na ressaca.

O: Bom, mas isso é papo antigo, vamos focar no Tropkillaz e em você que dá mais jogo. Tem disco vindo por aí, né?

Z: O Tropkillaz tem uma mixtape saindo antes da nossa tour nos US, além de um EP. Disco mesmo sai só pro final do ano.

O: Nestas tracks (do ep e do disco) terão várias participações especiais? Alguma que possa ser contada?

Z: Temos várias colaborações em andamento, algumas para a mixtape, outras para o EP. De certo já temos com TWRK, Dj Snake, Grandtheft e alguns remixes oficiais.

O: E quanto a agenda de vocês?
Z: Estamos indo agora pra Rússia, Holanda e Japão e no final de março pros EUA e Canadá. E maio Europa.
O: Mas e no Brasil?

Z: Tenho tentado segurar o Tropkillaz por aqui. Por sermos da casa, os contratantes não valorizam. Mas isso é um reflexo daqui, o nosso Facebook, por exemplo, vem crescendo muito rápido, mas menos de 15% do publico é brasileiro. O que é uma pena. Infelizmente, muitas vezes você só é reconhecido depois de estourar lá fora.

O: Qual foi a última apresentação do Tropkillaz por aqui?

Z: Cara, teve uma aqui em São Paulo que eu não conto, mas a gente tem viajado pelo Brasil. Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Caxias do Sul... vira e mexe estamos tocando em outros estados.

O: Neste sábado vocês se apresentam no Clash Club, no aniversário da A$$. O que a galera pode esperar?

Z: Estamos bem empolgados com esse show, o Clash foi onde a gente tocou nosso primeiro show, quando o projeto tinha semanas de existência. Vamos fazer uma mistura de um set totalmente autoral e músicas novas, além de versões nossas de alguns hits do momento, com bass no limite.



Bem, e se você quer ver o Tropkillaz antes deles viajarem pra gringa, aproveite a rara oportunidade e cole na Festa A$$, que rola nesta sábado no Clash Club. Aproveite também para seguir o Zegon em suas redes para ficar por dentro de todas as suas novidades.

Tropkillaz: Facebook | Soundcloud
DJ Zegon: Facebook | Soundcloud 

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Como são os robôs do Daft Punk na vida real

A dupla francesa que se esconde atrás  dos personagens robóticos do Daft Punk começaram 2014 a todo vapor, a maior prova disso aconteceu neste domingo (26),  no Grammy Awards 2014, onde a dupla conquistou 05 prêmios, desbancou Taylor Swift, deixando-a sem graça e ainda teve a honra de Pharell discursar por eles. Além disso, o Daft Punk liderou os assuntos mais comentados do Twitter e Facebook. Quer mais? Pois é! No entanto, o que existe por trás daquelas máscaras? A curiosidade dominou os fãs e a revista de música eletrônica Phouse vai mostrar para vocês quem são os robôs do Daft Punk na vida real.

Confira como são os robôs do Daft Punk na vida real:



Quem sao os robôs do  daft punk vida realQuem sao os robôs do  daft punk vida real

Para reconhecê-los com capacete: Thomas Bangalter é o mais alto da dupla…

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

É HORA DE SABER MAIS SOBRE DUBSTEP


É hora de saber mais sobre Dubstep
Surgido na Inglaterra, mais precisamente em Londres, o Dubstep já possui certo tempo de estrada. Em 1998, já se ouvia artistas que faziam os primeiros sons do que é considerado o “Dubstep tradicional”. Originalmente composto de um mix de Dub, 2-Step/UK Garage, Drum ‘n’ Bass e Bassline, o som vinha do underground das noites londrinas e fazia parte da cena eletrônica que dominava o mundo na época.
Reggae. Sim, Reggae. Pode soar estranho, mas o ritmo jamaicano é a "base de uma das bases" do Dubstep, que é o Dub - um som do gênero que é geralmente instrumental que possui ênfase na bateria e baixo da música e que apresenta uso de reverb, delay, samples de vocais ou de elementos aleatórios, como som de animais e “ruídos”. Além de ajudar a gerar o Dubstep, o Dub foi muito influente para outros estilos, como o Rap, o Hip Hop e o Trip Hop para se criar as batidas de fundo, e até mesmo bandas Punk – mais precisamente Punk Californiano – que traziam uma mistura de Ska Punk.
Além desse sub-gênero, o 2-Step (também conhecido como UK Garage) é mais um estilo que compõe o Dubstep. Originado na Inglaterra, é um estilo de música eletrônica que apresenta uma sonoridade composta por kicks e snares – elementos de bateria tradicionalmente utilizadas na música eletrônica e principalmente no Drum ‘n’ Bass (que é mais um que forma o estilo) – e vocais muito próximos ao House.
Misturando todos esses elementos, o Dubstep por si só é caracterizado por dar ênfase em modulações e alterações de freqüência do baixo e bateria e também variações de tempo – que chegam a possuir amplo valor chegando de 60bpm a 150bpm –, o que gera subdivisões bem claras dentro de cada uma das músicas. Dentro delas, a parte que possui mais ênfase, ou seja, possui o instrumental com maior batida por minuto e uso de modulações é o beat principal, responsável por caracterizar a faixa. Muitas das vezes, esse beat é o bass drop, a parte do baixo com alterações de freqüência constantes, que o torna altamente dinâmico, agitando então essa subdivisão da faixa.
Falando historicamente, é interessante dizer que o Dubstep já existe desde o final dos anos 90, mais precisamente 1998. Foi nesse ano que os principais artistas/DJs como SkreamBurialBenga,Plastician e DJ Hatcha elaboraram o estilo “puro”. Contudo, apenas em 2002 esse nome foi dado a esse tipo de som. O motivo do nome é simples, por possuir base de Dub e utilizar características do 2-step, a junção dos termos resultou na alcunha do novo estilo.
Ainda muito restrito e conhecido apenas por freqüentadores dos clubes underground, o gênero, aos poucos, foi ganhando espaço após dominar as pistas do clube Foward, que se tornou referência para se encontrar o estilo nas noites londrinas. Com isso, gravadoras como a Big Apple Records e Tempa começaram a produzir os discos dos artistas da época e, em meados de 2006, o estilo ganhava o mainstream. Revistas e sites de música, como o Pitchfork, fizeram matérias especiais sobre o estilo divulgando os principais DJs e comentando sobre o surgimento da cena e todo o seu panorama da época. Além dessa divulgação, uma DJ da BBC Radio 1, Mary Anne Hobbs, organizou um programa especial na emissora, o Dubstep Warz, o qual teve exclusivamnte esse estilo em seu line up e que pode ser ouvido através do Mixcloud oficial da Mary.
Atualmente, o Dubstep vem tomando alguns rumos diferentes e vem ganhando ramificação e linhas que vão além do estilo. O artista mais conhecido e hypado da atualidade com certeza é o Skrillex. Muitos até o consideram o criador do gênero, o que é totalmente errôneo, vide o que foi falado nesse texto. Além dessa discussão, ele faz um som que difere do Dubstep clássico, o qual recebeu da crítica o nome de Brostep - mais agressivo, com maior valor de bpm, robotizado, com mais uso de bass drops e samples pesados e gritados, originado muito do Breakcore e Hardcore.
Essa vertente gera aversão na maioria dos fãs mais tradicionais do Dubstep. Por se tratar de um som que foge do tradicional que começou lá no final dos 90 e por ter um caráter bem comercial, o Brostep é muitas vezes tratado rispidamente.
Além de Skrillex, outros DJs compõem a cena, como RuskoCaspaBassnectar e Datsik. Além desses, dois merecem um destaque por possuírem uma diferenciação. O primeiro é o americanoVarien, que mistura o som com instrumentos mais clássicos de orquestras dando um ar que forma um contraste curioso com os bass drops pesados. – e que inclusive fez um remix orquestrado de um pot-pourri de hits do Skrillex.
O outro é o canadense Jeff Abel, que atende pelo nome de Excision e que apresenta um som extremamente brutal e ainda adiciona (ao já pesado Brostep) guitarras bem distorcidas e características do Heavy Metal. Mas não só de som pesado se vive as outras linhagens dessa vertente eletrônica. O Post-Dubstep possui quase que um revival, assim podendo dizer, do Dubstep tradicional, mas com uma roupagem diferente. Podemos ter como exemplo desse estilo o misterioso e mascarado DJ SBTRKT, que mistura o Dubstep com os ritmos do House clássico e do Trip Hop,James Blake e seu Dubsetp com Post-Rock, e Mount Kimbie, que traz um som extremamente experimental com sons praticamente aleatórios ao meio das batidas.
Um estilo com inúmeras influências e que parte de um estilo que aparentemente não teria ligação alguma com o eletrônico. Passando por Jamaica, Inglaterra, Estados Unidos e, agora, todo o mundo, com a comercialização e tomada do mainstream, o Dubstep vai ganhando fãs e inimigos. Praticamente um “ame ou odeie” o estilo tanto em seu som tradicional ou nas novas linhas traz um som diferente e que, com críticas positivas ou não, só vem para somar.
Discografia Básica:
Skream - Skream Burial - Untrue Plastician - Beg To DIffer DJ Hatcha - Dubstep Allstars Vol. 4 BengaA Diary of na Afro Warrior
Discografia Atual: Varien - Soundcloud Skrillex - Scary Monsters And Nice Sprites Excision - X Rated Rusko - OMG! SBTRKT - SBTRKT James Blake - James Blake Mount Kibie - Crooks and Lovers


Veja o video




Em Campinas uma galera representando  "Nozes"

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Line-up Lollapalooza Chile e Argentina


 Line-up oficial do Lollapalooza Chile,  o line é sempre semelhante com o do brasil que será anunciado dia 11 de Nov, mudando algumas atrações 
No line Flux PavilionBaauerKrewella Flumethe bloody beetroots entre outros.
 A imagem vazou do site da Pitchfork, lembrando que no Brasil, o Muse deve substituir Red Hot e mais uma ou outra novidade deve ser apresentada. O atraso de uma semana na divulgação do lineup brasileiro, quem sabe, pode trazer ainda algumas boas surpresas. Vamos aguardar.
Raimundos, Vespas Mandarinas e Nação Zumbi (já confirmado no Chile e Argentina), são algumas das atrações que devem configurar a escalação nacional, conforme apurou o @indiedadepre.
Vídeo oficial de apresentação do lineup no Chile



Rogerio Althmann

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

NÃOOOOOOOOOOOOOO...! Daft Punk ganha versão Brasil insana nas mãos do marido da Scheila Carvalho





Confesso que não sei como lidar com este acontecimento, mas Daniel Bangalter, opai do Thomas-Daft-Punk que tem residências em Minas Gerais e Bahia, já tem motivo suficiente para deixar o belo estado baiano por uns dias. Tony Salles, conhecido especialmente por ser marido da dançarina Scheila Carvalho e que um dia também fez parte do grupo É O Tchan, gravou uma nova música. Do Daft Punk. Uma versão em português de uma música do Daft Punk.
O cantor pegou o super hit “Get Lucky” e fez o que pode ser a versão definitiva para sepultar a faixa. “Get Lucky”, na mão do Tony, virou “Amor e Sorte”. Começa com um “Chegamos muito longe / o amor prevaleceu / vivemos um pro outro / um brinde a nós dois”. E no refrão tem um sample ORIGINAL de “Get Lucky” emendado com “o nosso amor que é forte”.
Curti também que na descrição da divulgação da música no YouTube, diz o seguinte, em caixa alta, na íntegra: “NOVA MÚSICA DE TRABALHO DO CANTOR TONY SALLES, AMOR E SORTE É UMA VERSÃO INÉDITA DA CANÇÃO GET LUCKY DE DAFT PUNK. O ARTISTA CONTINUA EM LABORATÓRIO PESQUISANDO INOVAÇÕES PARA NOSSA MÚSICA, PODEM AGUARDAR QUE ESTÁ POR VIR MUITAS NOVIDADES PRO ANO DE 2014, UM NOVO SOM, UMA NOVA HISTÓRIA”.
Vai Tony, escreve essa nova história aí pra gente.




Fonte:  Uol